terça-feira, 18 de maio de 2010

e isso

Não foi dito por que não tinha lugar pra ser dito. Por que eu abandonei os blogs.
Mas meodeos... Precisava dizer.
Qué isso!
Uma força maior que eu ... Toda moral vira merda.
Deos.
Eu queria falar tudo. Prometi que não ia falar.
Nossa.
Incontrolável quase.
Vinho e isso.
Não existe.
E é só meu. Ha ha!
Um sonho. Boa noite.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Quando lembro do que fui, quase desanimo.
Então entendo que mais importante que o destino, é o caminho.

http://quemdenovo.blogspot.com

quarta-feira, 24 de junho de 2009

O que não foi dito?
O que não foi dito fica para a próxima, quando realmente vai valer a dor de se dizer.
O que foi dito? Já nem me lembro mais...
Já disse tanta coisa e já re-disse, e já des-disse, e já passou...
Que medo pode haver quando não há mais nada...
É real... É verdade.
Tudo.
Uma noite em claro para perder o medo do escuro.
Mais um momento, mais um texto, mais uma porção de textos...
E todo o resto que não vai ser dito.

(02/10/07)

Homenagem ao meu blog morto...

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Extra, extra!

Procurada pela imprensa para comentar sobre o abandono de seu antigo blog, Insigne declarou:
"Oi, desculpa, não entendi a pergunta..."

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Vende-se

Estamos vendendo este blog.
Direto com o proprietário.

Estamos atendendo em:

http://quemdenovo.blogspot.com/

segunda-feira, 9 de março de 2009

Eramar...

Eu disse que era mar e disseram que talvez não fosse de matar a sede, então, sentei no meio fio e curti minha ressaca.
Afogaram meus sonhos, invadiram minhas ruas, levaram-me ao desmaio e o que eu descobri em um momento é que ser temido não passa nem perto de ser admirado. E isso tudo virou riso, mesmo que eu tenha entendido tudo ao contrário.
Definitivamente, existem males que vem para o bem.
Foram as pegadas no chão que mostraram que esse mar não dava pé. Foi a gota que faltava para criar um vazio, não é? E eu tapei meus olhos e simplesmente joguei-me com o queixo no peito. Coloquei uma pedra nessa minha ressaca e não era de gelo... E eu que sempre achava que tudo tinha jeito, dessa vez entendi tudo direito.
Definitivamente, existem males que vem para o bem.

Se a gota que faltava era tanto...
Eu desisto de ter para descobrir o que falta...
Se nossos erros servem para nos ensinar...
Definitivamente...
Eu disse que era mar...

*inspirado por uma canção que foi inspirada num texto meu...

Eu deixarei que morra em mim o desejo de amar os teus olhos que são doces
Porque nada te poderei dar senão a mágoa de me veres eternamente exausto.
No entanto a tua presença é qualquer coisa como a luz e a vida
E eu sinto que em meu gesto existe o teu gesto e em minha voz a tua voz.
Não te quero ter porque em meu ser tudo estaria terminado.
Quero só que surjas em mim como a fé nos desesperados
Para que eu possa levar uma gota de orvalho nesta terra amaldiçoada
Que ficou sobre a minha carne como nódoa do passado.
Eu deixarei... tu irás e encostarás a tua face em outra face.
Teus dedos enlaçarão outros dedos e tu desabrocharás para a madrugada.
Mas tu não saberás que quem te colheu fui eu, porque eu fui o grande íntimo da noite.
Porque eu encostei minha face na face da noite e ouvi a tua fala amorosa.
Porque meus dedos enlaçaram os dedos da névoa suspensos no espaço.
E eu trouxe até mim a misteriosa essência do teu abandono desordenado.
Eu ficarei só como os veleiros nos pontos silenciosos.
Mas eu te possuirei como ninguém porque poderei partir.
E todas as lamentações do mar, do vento, do céu, das aves, das estrelas.
Serão a tua voz presente, a tua voz ausente, a tua voz serenizada.


Ausência - Vinícius de Moraes

quinta-feira, 5 de março de 2009

amanhã, talvez

estou com os dedos cruzados, torcendo para que tirem- me desse martírio em que me coloquei há alguns anos atrás, sem saber... minha cabeça lateja, eu já devia ter fugido há muito tempo, quando as coisas começaram a ficar estranhas, é o que eu penso sem parar. o telefone toca, o desespero em ouvir o telefone tocar volta, reprimido depois de meses, a voz do outro lado é a mesma, o jeito de falar é o mesmo, o desespero, por fim, se justifica. penso no caminho que vem pela frente, em todo o drama que eu já passei e solicitam-me que eu passe de novo. recuso-me, torcendo para que tirem-me desse martírio. não venta, não chove. o sol, que parece ter esquecido que há horas já não é mais meio-dia, impede-me de pensar logicamente. vou fugir, é o que penso, já devia ter fugido. lembro que a resposta certa nunca esteve tão próxima de ser dada e acalmo-me, nada de ruim pode haver... tento alcançar alguma pessoa que eu reconheça, que reconheça-me e acalme-me sem saber que passo pelo meu martírio, esta pessoa não está disponível. desespero-me, depois penso que é só a vida normal que deve estar acontecendo e eu não fiquei sabendo, e só. respiro fundo, os dedos cruzados, amanhã a resposta certa poderá ser dada, torço.
 
Site Meter